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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
domingo, 28 de dezembro de 2008
Camisa branca, suco de limão e tiro pra todo lado.


É interessante perceber como a sociedade americana segue padrões, Alguns destes padrões são positivos outros inofensivos e alguns desprezíves. Diferente da sociedade brasileira, que tem uma cultura muito mais diversificada e associada a manifestações artísticas, a sociedade americana, preserva a cultura dos padrões de comportamento. Desde detalhes de roupas até tragédias que chocam o mundo.
Você já deve ter assistido em algum desenho animado antigo, crianças vendendo limonada na porta de casa por 25 centavos, no período do verão. Este hábito não é só coisa de cinema. Isso de fato acontece há anos nos EUA. Põe-se uma barraquinha na calçada e por alguns centavos meninos e meninas vendem suco de limão com gelo. Os adultos americanos para preservar o comportamento padrão, compram a bebida dos garotos que, normalmente não estão ali por necessidade financeira, apenas para dar continuidade a tradição americana.
Outro exemplo está no comportamento vestual dos homens americanos. Não importa o calor que esteja fazendo o cidadão sempre está com uma camiseta branca por baixo da roupa. A moda é passada de pai pra filho, mas o cinema nos Estados Unidos se encarrega de divulgar o jeito americano de vestir. Outro dia, um brasileirinho que morava na América, chegou em Petrolina, alto sertão pernambucano, tentando preservar a tal moda. Não deu certo. Provavelmente pela temperatura pra lá de alta, ele trocou a T-shirt branca por uma moda mais tropical.
Poderíamos continuar mencionando outros hábitos norte-americanos como alimentar-se de cereal de milho com leite pela manhã. alimento que está presente em todos os filmes de Hollywood.
Mas o chocante é que além de ir aos mesmos lugares, vestir-se da mesma maneira e comer as mesmas coisas os americanos matam do mesmo jeito. Se não vejamos:
Arkansas
Mitchell Johnson e Andrew Golden, de 13 e 11 anos, respectivamente, mataram quatro alunos e um professor na escola Westside de Jonesboro, Arkansas. Os dois dispararam contra os colegas durante um falso alarme de incêndio.
Oregon
Kipland Philip, de 15 anos, matou dois estudantes e feriu outros 25 com um rifle semi-automático na escola. Thurston, em Springfield. Oregon. O adolescente disparou dentro da cafeteria da escola, durante o intervalo das aulas.
Columbina/Colorado
Dois jovens estudantes entraram armados no colégio Colubine, no Colorado e mataram 13 pessoas. Os atirados suicidaram-se em seguida.
Minessota
Depois de matar seu avô e a namorada, o adolescente Jeff Weise seguiu para sua escola, Red Lake em Minessota e abriu fogo contra estudantes e funcionários. Ao todo, nove pessoas foram mortas. Em seguida, ele cometeu suicídio.
Colorado
Duane Morrison, de 54 anos, invadiu o colégio Platte Canyon High School, em Bailey, no colorado e manteve seis alunas como reféns. Quando os policiais invadiram a escola, Duane matou uma das estudantes e se matou em seguida.
Arkansas
Mitchell Johnson e Andrew Golden, de 13 e 11 anos, respectivamente, mataram quatro alunos e um professor na escola Westside de Jonesboro, Arkansas. Os dois dispararam contra os colegas durante um falso alarme de incêndio.
Oregon
Kipland Philip, de 15 anos, matou dois estudantes e feriu outros 25 com um rifle semi-automático na escola. Thurston, em Springfield. Oregon. O adolescente disparou dentro da cafeteria da escola, durante o intervalo das aulas.
Columbina/Colorado
Dois jovens estudantes entraram armados no colégio Colubine, no Colorado e mataram 13 pessoas. Os atirados suicidaram-se em seguida.
Minessota
Depois de matar seu avô e a namorada, o adolescente Jeff Weise seguiu para sua escola, Red Lake em Minessota e abriu fogo contra estudantes e funcionários. Ao todo, nove pessoas foram mortas. Em seguida, ele cometeu suicídio.
Colorado
Duane Morrison, de 54 anos, invadiu o colégio Platte Canyon High School, em Bailey, no colorado e manteve seis alunas como reféns. Quando os policiais invadiram a escola, Duane matou uma das estudantes e se matou em seguida.
Espero que os brasileiros, povo notoriamente mais criativo, não comecem (temo que já começamos) a seguir os padrões inúteis e malditos como alguns do povo americano.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Feliz Natais

Fiquei pensando o que falar sobre o natal. Já disseram tanto a respeito desse dia, que para o cristianismo representa o início da parte mais importante do processo de salvação da humanidade, que fica difícil trazer alguma coisa inédita sobre o tema. Transformaram o natal em muitas coisas. Em poesia, canção, enfeites mas principalmente em uma oportunidade excelente para vender coisas. O comércio não lembra de longe o significado do natal e talvez para não se sentir culpado em utilizar um símbolo sagrado para comercializar presentes, criaram a figura do papai Noel, um intruso no contexto natalino.
Não é fácil depois de tanto tempo falar algo que sirva de reflexão nesta época do ano. A TV repete os mesmos textos arcaicos em vazios de cartões de natal há anos, o som da harpa de natal tocando Noite Feliz nas ruas se tornou quase insuportável, as mensagens dos bancos travestidas de altruísmo não enganam mais ninguém. È quase impossível não dizer o óbvio.
É por isso que tentando não ser repetitivo lembrei do comportamento da minha mãe na época do natal e talvez personalizar o natal seja de fato a melhor maneira de trazer algo novo neste dia.
Coisas que não faltavam no natal da minha mãe:
1- Roupa nova.
Todos os anos em meados de dezembro saíamos às ruas da minha cidade para comprar uma camisa par mim, um corte de tecido para minha irmã, uma calça nova para o meu pai e todos, nem que fosse por uma peça de roupa, estávamos estreando algo no dia 24. A iniciativa sempre era dela, ver todos de roupa nova era uma realização para minha mãe.
Vestir-se de roupa nova, eis aí uma boa lição para se aprender. Jesus escrevendo a esta igreja, depois de descrever a nossa situação de orgulho e mornidão no livro do apocalipse, sugeriu que comprasse-mos roupas a ele para que não andássemos nus. Jesus aponta neste simbolismo um sério problema que continua afetando os cristãos: A exaltação do “eu”. Continuamos a achar que pelos nossos próprios méritos obteremos o favor de Deus. Não precisamos daquele bebezinho que nasceu em Belém para nada. Somos maiores e mais fortes e com uma vida de obediência e alguns reais na bandeja de ofertas estamos em dia com Deus. Precisamos de roupa nova neste natal. Não as das lojas em promoção, mas aquelas que Cristo nos oferece, da sua Justiça que nos habilita para a sua presença e que nos deixam mais elegantes, segundo a opinião de Deus.
2- Dar presentes
Não eram presentes para a família, a roupa nova tinha sido os presentes da família. Eram presentes para os outros, especialmente para crianças. Minha mãe fazia campanhas nos dias que antecediam o natal e comprava carrinhos, bolas, bonecos e um monte de outros brinquedinhos para presentear as crianças no natal. Todos saíamos da igreja com cacarecos nas mãos e uma felicidade gigante no coração.
Presentear parece ser uma coisa comum no natal. Mas escolhemos a quem dar os presentes e nunca compramos para os outros nada que comprometa a nossa ceia natalina. Nosso natal é egoísta, individualista e muito vaidoso. Gastamos uma nota conosco e não temos coragem de dividir quase nada com o nosso próximo. Precisamos aprender a dar presentes. Não estes que usamos para impressionar os amigos ou parentes, mas aqueles que são essenciais para a manutenção da vida de outros. Nestes estão incluídos, abraços, ouvidos e pedidos de perdão. A fé sem obras é morta, Tiago disse inspiradamente. Esta semana eu e meu filho separamos alguns brinquedos que ele não brincava já algum tempo. Esperávamos por uma oportunidade para dar a alguém. No mesmo dia dois garotinhos bateram a porta da nossa casa pedindo comida, enquanto Patrícia trazia um panetone para as crianças meu filho de 5 anos se apressou dizendo que tinha brinquedos para dar. Vocês querem? Ele perguntou. A resposta foi sim, é claro. Ele correu escolheu alguns brinquedos e entregou aos dois meninos que repetiram a palavra obrigado pelo menos 4 vezes. Ao entrar em casa meu filho disse: “Eu fiquei feliz por ter dado meus brinquedos.” Acho que ele herdou da minha mãe o dom de presentear.
3- Um jantar de natal.
Novamente o jantar não era na nossa casa. Mas na igreja. Uns traziam arroz, outros uma salada, suco e tínhamos uma ceia de natal para mais de 100 pessoas. Alimentar às pessoas trazia uma felicidade enorme para minha mãe.
Lembrei ao pensar em alimento de um refrão de uma música dos anos 80. A Gente não quer ó comida, a gente quer comida diversão, Balé...
Precisamos dar a comida certa para a fome certa. É claro que o pão material está envolvido na proposta de alimentar as pessoas. Mas como religiosos classificamos às vezes de pão espiritual o ensino da Palavra de Deus e achamos que isso é suficiente. Não temos fome apenas de coisas sagradas. Temos fome de coisas divertidas, de surpresas, de demonstração de afeto. E aqui preciso falar especialmente para as famílias. Paulo diz que aqueles que não cuidam da sua família são piores que os incrédulos. Isso é muito grave. Deveríamos neste natal começar identificar as fomes que temos em casa. Sair pra jantar com a esposa, não para saciar sua fome de comida, mas sua necessidade de companheirismo, brincar de bola com o menino e boneca com a menina, para alimentá-los da sua lazer, e no dia do natal olhar no olho de cada um e declarar o seu amor para saciar a fome de afeto. Quem sabe na noite do natal dormir todos no mesmo quarto para que a fome da união seja satisfeita e todos tenham de fato uma Noite Feliz.
Não é fácil depois de tanto tempo falar algo que sirva de reflexão nesta época do ano. A TV repete os mesmos textos arcaicos em vazios de cartões de natal há anos, o som da harpa de natal tocando Noite Feliz nas ruas se tornou quase insuportável, as mensagens dos bancos travestidas de altruísmo não enganam mais ninguém. È quase impossível não dizer o óbvio.
É por isso que tentando não ser repetitivo lembrei do comportamento da minha mãe na época do natal e talvez personalizar o natal seja de fato a melhor maneira de trazer algo novo neste dia.
Coisas que não faltavam no natal da minha mãe:
1- Roupa nova.
Todos os anos em meados de dezembro saíamos às ruas da minha cidade para comprar uma camisa par mim, um corte de tecido para minha irmã, uma calça nova para o meu pai e todos, nem que fosse por uma peça de roupa, estávamos estreando algo no dia 24. A iniciativa sempre era dela, ver todos de roupa nova era uma realização para minha mãe.
Vestir-se de roupa nova, eis aí uma boa lição para se aprender. Jesus escrevendo a esta igreja, depois de descrever a nossa situação de orgulho e mornidão no livro do apocalipse, sugeriu que comprasse-mos roupas a ele para que não andássemos nus. Jesus aponta neste simbolismo um sério problema que continua afetando os cristãos: A exaltação do “eu”. Continuamos a achar que pelos nossos próprios méritos obteremos o favor de Deus. Não precisamos daquele bebezinho que nasceu em Belém para nada. Somos maiores e mais fortes e com uma vida de obediência e alguns reais na bandeja de ofertas estamos em dia com Deus. Precisamos de roupa nova neste natal. Não as das lojas em promoção, mas aquelas que Cristo nos oferece, da sua Justiça que nos habilita para a sua presença e que nos deixam mais elegantes, segundo a opinião de Deus.
2- Dar presentes
Não eram presentes para a família, a roupa nova tinha sido os presentes da família. Eram presentes para os outros, especialmente para crianças. Minha mãe fazia campanhas nos dias que antecediam o natal e comprava carrinhos, bolas, bonecos e um monte de outros brinquedinhos para presentear as crianças no natal. Todos saíamos da igreja com cacarecos nas mãos e uma felicidade gigante no coração.
Presentear parece ser uma coisa comum no natal. Mas escolhemos a quem dar os presentes e nunca compramos para os outros nada que comprometa a nossa ceia natalina. Nosso natal é egoísta, individualista e muito vaidoso. Gastamos uma nota conosco e não temos coragem de dividir quase nada com o nosso próximo. Precisamos aprender a dar presentes. Não estes que usamos para impressionar os amigos ou parentes, mas aqueles que são essenciais para a manutenção da vida de outros. Nestes estão incluídos, abraços, ouvidos e pedidos de perdão. A fé sem obras é morta, Tiago disse inspiradamente. Esta semana eu e meu filho separamos alguns brinquedos que ele não brincava já algum tempo. Esperávamos por uma oportunidade para dar a alguém. No mesmo dia dois garotinhos bateram a porta da nossa casa pedindo comida, enquanto Patrícia trazia um panetone para as crianças meu filho de 5 anos se apressou dizendo que tinha brinquedos para dar. Vocês querem? Ele perguntou. A resposta foi sim, é claro. Ele correu escolheu alguns brinquedos e entregou aos dois meninos que repetiram a palavra obrigado pelo menos 4 vezes. Ao entrar em casa meu filho disse: “Eu fiquei feliz por ter dado meus brinquedos.” Acho que ele herdou da minha mãe o dom de presentear.
3- Um jantar de natal.
Novamente o jantar não era na nossa casa. Mas na igreja. Uns traziam arroz, outros uma salada, suco e tínhamos uma ceia de natal para mais de 100 pessoas. Alimentar às pessoas trazia uma felicidade enorme para minha mãe.
Lembrei ao pensar em alimento de um refrão de uma música dos anos 80. A Gente não quer ó comida, a gente quer comida diversão, Balé...
Precisamos dar a comida certa para a fome certa. É claro que o pão material está envolvido na proposta de alimentar as pessoas. Mas como religiosos classificamos às vezes de pão espiritual o ensino da Palavra de Deus e achamos que isso é suficiente. Não temos fome apenas de coisas sagradas. Temos fome de coisas divertidas, de surpresas, de demonstração de afeto. E aqui preciso falar especialmente para as famílias. Paulo diz que aqueles que não cuidam da sua família são piores que os incrédulos. Isso é muito grave. Deveríamos neste natal começar identificar as fomes que temos em casa. Sair pra jantar com a esposa, não para saciar sua fome de comida, mas sua necessidade de companheirismo, brincar de bola com o menino e boneca com a menina, para alimentá-los da sua lazer, e no dia do natal olhar no olho de cada um e declarar o seu amor para saciar a fome de afeto. Quem sabe na noite do natal dormir todos no mesmo quarto para que a fome da união seja satisfeita e todos tenham de fato uma Noite Feliz.
Finalemtne gostaria de concluir leambrando de uma frase de uma música do Padre Zezinho: Tudo seria bem melhor se o natal não fesse um dia, se as mães fossem Maria e se os pais fosse José e se a gente parecesse com Jesus de Nazaré.
Não consigo terminar sem dizer o óbvio:
Todo dia é dia de Natal.
Então: Feliz natais!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Saudações rubro-pernambuco-negras!
A paixão é uma emoção de ampliação quase patológica do amor. O acometido de paixão perde sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele. É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o indivíduo perde a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio. - Wikipedia Tenho discutido com alguns dos meus amigos torcedores a respeito das razões que nos levam a torcer por um time. Infelizmente minha tentativa de racionalizar esses motivos têm sido frustadas pelo comportamento desequilibrado dos meus amigos no tema futebol.
Quando eu era criança meu pai tentava me convencer a torcer pelo Santa Cruz, mas minha mãe, muito mais convicente, conseguiu me tornar um torcedor do Sport, privilégio que cultivo até hoje. Entendo que futebol sendo uma paixão leva os adeptos do esporte a fazer coisas estranhas, entre elas está o fato de pernambucanos torcerem por times do sudeste do país num campeonato brasileiro. Torceria com muito orgulho pelo São Paulo, Fluminense ou qualquer outro time fora do meu estado se a competição não fosse no Brasil. Mas me espantou ver torcedores são paulinos, com demostrações escandalosas de tietes no sertão de Pernambuco, no dia da conquista do título do brasileirão. Numa competição entre empresas, torço pela minha empresa. Numa competição entre escolas torço pela minha escola, numa competição entre times de estados, torço por um time do meu estado. Mas parece que no futebol não funciona assim não. De fato a paixão leva o apaixonado a fazer loucuras. Não tente entender um louco.
Depois de uma discusão de uma hora com Otávio, um desses lunáticos futebolísticos, decidi evitar as conversas sobre o assunto para preservar, entre outras coisas, minha integridade física.
Ponto final. Não estou nem aí se encontrar um piauiense torcendo pelo Havaí, ou um maranhense fanático pelo Paysandu. Não tento mais convencer ninguém. Afinal de contas, não se discute futebol, política e relacionameto com a esposa.
Um abraço a nação rubro- pernambuco-negra.
domingo, 7 de dezembro de 2008
"ARGUMENTE, DESABAFE, INTERROGUE: CONSTRUA TAMBÉM UM BLOG"

Minha amiga Bila me perguntou por que decidi escrever num blog. Acho que, além de ser um exercício intelectual interessante, é um tipo de desabafo vitual. Dizer o que se pensa (nesse caso escrever o que se pensa) nos ajuda livrar-nos de alguns incomôdos ou expressar algumas alegrias incontroláveis. Torne-se um blogueiro, é uma sensação meio esquisita, escrever para o mundo sem ter nem uma certeza que o mundo vai ler. Mas acho que no fim das contas, escrevemos para nós mesmos.
P0r isso experimente fazer o mesmo. Participe da camapanha:
"ARGUMENTE, DESABAFE, INTERROGUE: CONSTRUA TAMBÉM UM BLOG"
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Por que acreditar em Deus?

A, Revista da Semana (editora Abril), do dia 4 de dezembro, publicou a matéria: A crença dos ateus. No artigo, são divulgadas informações a respeito de uma campanha dirigida pela Associação Humanista Americana, que se empenha em promover sua descrença em um Deus. Frases questionando a existência de Deus, estão estampadas em ônibus nos Estados Unidos e Inglaterra. Por trás de frases como: There´s probably no God, now stop worrying and enjoy your life ( provavelmente Deus não existe, Agora pare de se preocupar e aproveite a vida), o grupo de céticos propõe que as crenças religiosas são "infames e infantis" e que trazem mais problemas que benefícios à sociedade.
O Mais ardoroso defensor do ateísmo conteporâneo, Richard Dawkins, conhecido como "o rottweiler de Darwin" autor do Livro: Deus, um delírio, diz que a quantidade de ateus vem crecendo ao redor do mundo e conclama aqueles que ainda não assumiram sua condição de incrédulo, a manisfestar publicamente a sua descrença. O número, no entanto, ainda é pequeno, cerca de 4% da população mundial se considera atéia.
O que torna o assunto ainda mais polêmico é que os novos ateus não condenam apenas a crença em Deus mas também o respeito pela crença em Deus. Acusações de "lunáticos" e desequilibrados" são comuns entre os apóstolos da igreja dos ateus.
A grande questão é como se posicionar diante dessa onda de incredulidade que cresce pelo mundo. Acusações e debates são exatamente o que não se deveria fazer a respeito do tema. A fé é algo pessoal e deve ser compartilhada apenas com quem se permite ouvir. Respeitar a liberdade de escolha é, antes de ser um direito legal, um privilégio divino comunicado ao ser humano.
Provavelmente já existem religiosos se organizando para contra-atacar a campanha dos céticos com camisetas, adesivos e passeatas, como se a fé pudesse ser defendida desta maneira. Qualquer fé que não resiste a insultos e ofensas, não deveria ser considerada fé, mas puro sentimentalismo religioso.
A qualidade da reação ao ataque feroz é o que fará a diferença para manutenção e valorização da crença.
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