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sábado, 3 de janeiro de 2009

Senhor protege meu filhinho.


Hoje vi meu filho adormecendo e agradeci a Deus por ele. A paz que isso me transmite é insdiscritível. Aprendi a amar melhor observando a simplicidade do meu filho.

Tenho medo. Temo pelo futuro do garotinho, pelas propostas que vai receber, pelos falsos amigos que irão se aproximar, pelas ciladas armadas por um inimigo cruel.


Senhor Deus, segura firme a sempre mãozinha do nosso Pedro.

Ajuda-o a levantar das prováveis quedas e não permita que ele desista da caminhada contigo.

Nos dá a graça de vê-lo prosperar, cultivando as coisas boas que transmitimos para ele.

Protege-o da incredulidade do mundo. Faze-o amar o céu.

Amém.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008




Iniciamos uma campanha aqui para estimular a criação de blogs entre os amigos. Está dando certo. Várias pessoas estão criando coragem (leia-se vergonha na cara) e escrevendo sobre coisas interessantes. Uma menção honrosa para o Blog de Bila, inteligente como ela.




Feliz Ano Novo para todos.

Utilidades alternativas para o laptop









domingo, 28 de dezembro de 2008

Camisa branca, suco de limão e tiro pra todo lado.



É interessante perceber como a sociedade americana segue padrões, Alguns destes padrões são positivos outros inofensivos e alguns desprezíves. Diferente da sociedade brasileira, que tem uma cultura muito mais diversificada e associada a manifestações artísticas, a sociedade americana, preserva a cultura dos padrões de comportamento. Desde detalhes de roupas até tragédias que chocam o mundo.
Você já deve ter assistido em algum desenho animado antigo, crianças vendendo limonada na porta de casa por 25 centavos, no período do verão. Este hábito não é só coisa de cinema. Isso de fato acontece há anos nos EUA. Põe-se uma barraquinha na calçada e por alguns centavos meninos e meninas vendem suco de limão com gelo. Os adultos americanos para preservar o comportamento padrão, compram a bebida dos garotos que, normalmente não estão ali por necessidade financeira, apenas para dar continuidade a tradição americana.
Outro exemplo está no comportamento vestual dos homens americanos. Não importa o calor que esteja fazendo o cidadão sempre está com uma camiseta branca por baixo da roupa. A moda é passada de pai pra filho, mas o cinema nos Estados Unidos se encarrega de divulgar o jeito americano de vestir. Outro dia, um brasileirinho que morava na América, chegou em Petrolina, alto sertão pernambucano, tentando preservar a tal moda. Não deu certo. Provavelmente pela temperatura pra lá de alta, ele trocou a T-shirt branca por uma moda mais tropical.
Poderíamos continuar mencionando outros hábitos norte-americanos como alimentar-se de cereal de milho com leite pela manhã. alimento que está presente em todos os filmes de Hollywood.
Mas o chocante é que além de ir aos mesmos lugares, vestir-se da mesma maneira e comer as mesmas coisas os americanos matam do mesmo jeito. Se não vejamos:

Arkansas
Mitchell Johnson e Andrew Golden, de 13 e 11 anos, respectivamente, mataram quatro alunos e um professor na escola Westside de Jonesboro, Arkansas. Os dois dispararam contra os colegas durante um falso alarme de incêndio.

Oregon
Kipland Philip, de 15 anos, matou dois estudantes e feriu outros 25 com um rifle semi-automático na escola. Thurston, em Springfield. Oregon. O adolescente disparou dentro da cafeteria da escola, durante o intervalo das aulas.

Columbina/Colorado
Dois jovens estudantes entraram armados no colégio Colubine, no Colorado e mataram 13 pessoas. Os atirados suicidaram-se em seguida.

Minessota
Depois de matar seu avô e a namorada, o adolescente Jeff Weise seguiu para sua escola, Red Lake em Minessota e abriu fogo contra estudantes e funcionários. Ao todo, nove pessoas foram mortas. Em seguida, ele cometeu suicídio.

Colorado
Duane Morrison, de 54 anos, invadiu o colégio Platte Canyon High School, em Bailey, no colorado e manteve seis alunas como reféns. Quando os policiais invadiram a escola, Duane matou uma das estudantes e se matou em seguida.

Espero que os brasileiros, povo notoriamente mais criativo, não comecem (temo que já começamos) a seguir os padrões inúteis e malditos como alguns do povo americano.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Feliz Natais


Fiquei pensando o que falar sobre o natal. Já disseram tanto a respeito desse dia, que para o cristianismo representa o início da parte mais importante do processo de salvação da humanidade, que fica difícil trazer alguma coisa inédita sobre o tema. Transformaram o natal em muitas coisas. Em poesia, canção, enfeites mas principalmente em uma oportunidade excelente para vender coisas. O comércio não lembra de longe o significado do natal e talvez para não se sentir culpado em utilizar um símbolo sagrado para comercializar presentes, criaram a figura do papai Noel, um intruso no contexto natalino.
Não é fácil depois de tanto tempo falar algo que sirva de reflexão nesta época do ano. A TV repete os mesmos textos arcaicos em vazios de cartões de natal há anos, o som da harpa de natal tocando Noite Feliz nas ruas se tornou quase insuportável, as mensagens dos bancos travestidas de altruísmo não enganam mais ninguém. È quase impossível não dizer o óbvio.
É por isso que tentando não ser repetitivo lembrei do comportamento da minha mãe na época do natal e talvez personalizar o natal seja de fato a melhor maneira de trazer algo novo neste dia.
Coisas que não faltavam no natal da minha mãe:

1- Roupa nova.
Todos os anos em meados de dezembro saíamos às ruas da minha cidade para comprar uma camisa par mim, um corte de tecido para minha irmã, uma calça nova para o meu pai e todos, nem que fosse por uma peça de roupa, estávamos estreando algo no dia 24. A iniciativa sempre era dela, ver todos de roupa nova era uma realização para minha mãe.
Vestir-se de roupa nova, eis aí uma boa lição para se aprender. Jesus escrevendo a esta igreja, depois de descrever a nossa situação de orgulho e mornidão no livro do apocalipse, sugeriu que comprasse-mos roupas a ele para que não andássemos nus. Jesus aponta neste simbolismo um sério problema que continua afetando os cristãos: A exaltação do “eu”. Continuamos a achar que pelos nossos próprios méritos obteremos o favor de Deus. Não precisamos daquele bebezinho que nasceu em Belém para nada. Somos maiores e mais fortes e com uma vida de obediência e alguns reais na bandeja de ofertas estamos em dia com Deus. Precisamos de roupa nova neste natal. Não as das lojas em promoção, mas aquelas que Cristo nos oferece, da sua Justiça que nos habilita para a sua presença e que nos deixam mais elegantes, segundo a opinião de Deus.

2- Dar presentes
Não eram presentes para a família, a roupa nova tinha sido os presentes da família. Eram presentes para os outros, especialmente para crianças. Minha mãe fazia campanhas nos dias que antecediam o natal e comprava carrinhos, bolas, bonecos e um monte de outros brinquedinhos para presentear as crianças no natal. Todos saíamos da igreja com cacarecos nas mãos e uma felicidade gigante no coração.
Presentear parece ser uma coisa comum no natal. Mas escolhemos a quem dar os presentes e nunca compramos para os outros nada que comprometa a nossa ceia natalina. Nosso natal é egoísta, individualista e muito vaidoso. Gastamos uma nota conosco e não temos coragem de dividir quase nada com o nosso próximo. Precisamos aprender a dar presentes. Não estes que usamos para impressionar os amigos ou parentes, mas aqueles que são essenciais para a manutenção da vida de outros. Nestes estão incluídos, abraços, ouvidos e pedidos de perdão. A fé sem obras é morta, Tiago disse inspiradamente. Esta semana eu e meu filho separamos alguns brinquedos que ele não brincava já algum tempo. Esperávamos por uma oportunidade para dar a alguém. No mesmo dia dois garotinhos bateram a porta da nossa casa pedindo comida, enquanto Patrícia trazia um panetone para as crianças meu filho de 5 anos se apressou dizendo que tinha brinquedos para dar. Vocês querem? Ele perguntou. A resposta foi sim, é claro. Ele correu escolheu alguns brinquedos e entregou aos dois meninos que repetiram a palavra obrigado pelo menos 4 vezes. Ao entrar em casa meu filho disse: “Eu fiquei feliz por ter dado meus brinquedos.” Acho que ele herdou da minha mãe o dom de presentear.

3- Um jantar de natal.
Novamente o jantar não era na nossa casa. Mas na igreja. Uns traziam arroz, outros uma salada, suco e tínhamos uma ceia de natal para mais de 100 pessoas. Alimentar às pessoas trazia uma felicidade enorme para minha mãe.
Lembrei ao pensar em alimento de um refrão de uma música dos anos 80. A Gente não quer ó comida, a gente quer comida diversão, Balé...
Precisamos dar a comida certa para a fome certa. É claro que o pão material está envolvido na proposta de alimentar as pessoas. Mas como religiosos classificamos às vezes de pão espiritual o ensino da Palavra de Deus e achamos que isso é suficiente. Não temos fome apenas de coisas sagradas. Temos fome de coisas divertidas, de surpresas, de demonstração de afeto. E aqui preciso falar especialmente para as famílias. Paulo diz que aqueles que não cuidam da sua família são piores que os incrédulos. Isso é muito grave. Deveríamos neste natal começar identificar as fomes que temos em casa. Sair pra jantar com a esposa, não para saciar sua fome de comida, mas sua necessidade de companheirismo, brincar de bola com o menino e boneca com a menina, para alimentá-los da sua lazer, e no dia do natal olhar no olho de cada um e declarar o seu amor para saciar a fome de afeto. Quem sabe na noite do natal dormir todos no mesmo quarto para que a fome da união seja satisfeita e todos tenham de fato uma Noite Feliz.


Finalemtne gostaria de concluir leambrando de uma frase de uma música do Padre Zezinho: Tudo seria bem melhor se o natal não fesse um dia, se as mães fossem Maria e se os pais fosse José e se a gente parecesse com Jesus de Nazaré.


Não consigo terminar sem dizer o óbvio:

Todo dia é dia de Natal.

Então: Feliz natais!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Saudações rubro-pernambuco-negras!

A paixão é uma emoção de ampliação quase patológica do amor. O acometido de paixão perde sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele. É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o indivíduo perde a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio. - Wikipedia

Tenho discutido com alguns dos meus amigos torcedores a respeito das razões que nos levam a torcer por um time. Infelizmente minha tentativa de racionalizar esses motivos têm sido frustadas pelo comportamento desequilibrado dos meus amigos no tema futebol.
Quando eu era criança meu pai tentava me convencer a torcer pelo Santa Cruz, mas minha mãe, muito mais convicente, conseguiu me tornar um torcedor do Sport, privilégio que cultivo até hoje. Entendo que futebol sendo uma paixão leva os adeptos do esporte a fazer coisas estranhas, entre elas está o fato de pernambucanos torcerem por times do sudeste do país num campeonato brasileiro. Torceria com muito orgulho pelo São Paulo, Fluminense ou qualquer outro time fora do meu estado se a competição não fosse no Brasil. Mas me espantou ver torcedores são paulinos, com demostrações escandalosas de tietes no sertão de Pernambuco, no dia da conquista do título do brasileirão. Numa competição entre empresas, torço pela minha empresa. Numa competição entre escolas torço pela minha escola, numa competição entre times de estados, torço por um time do meu estado. Mas parece que no futebol não funciona assim não. De fato a paixão leva o apaixonado a fazer loucuras. Não tente entender um louco.
Depois de uma discusão de uma hora com Otávio, um desses lunáticos futebolísticos, decidi evitar as conversas sobre o assunto para preservar, entre outras coisas, minha integridade física.
Ponto final. Não estou nem aí se encontrar um piauiense torcendo pelo Havaí, ou um maranhense fanático pelo Paysandu. Não tento mais convencer ninguém. Afinal de contas, não se discute futebol, política e relacionameto com a esposa.

Um abraço a nação rubro- pernambuco-negra.


domingo, 7 de dezembro de 2008

"ARGUMENTE, DESABAFE, INTERROGUE: CONSTRUA TAMBÉM UM BLOG"


Minha amiga Bila me perguntou por que decidi escrever num blog. Acho que, além de ser um exercício intelectual interessante, é um tipo de desabafo vitual. Dizer o que se pensa (nesse caso escrever o que se pensa) nos ajuda livrar-nos de alguns incomôdos ou expressar algumas alegrias incontroláveis. Torne-se um blogueiro, é uma sensação meio esquisita, escrever para o mundo sem ter nem uma certeza que o mundo vai ler. Mas acho que no fim das contas, escrevemos para nós mesmos.

P0r isso experimente fazer o mesmo. Participe da camapanha:


"ARGUMENTE, DESABAFE, INTERROGUE: CONSTRUA TAMBÉM UM BLOG"

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Por que acreditar em Deus?


A, Revista da Semana (editora Abril), do dia 4 de dezembro, publicou a matéria: A crença dos ateus. No artigo, são divulgadas informações a respeito de uma campanha dirigida pela Associação Humanista Americana, que se empenha em promover sua descrença em um Deus. Frases questionando a existência de Deus, estão estampadas em ônibus nos Estados Unidos e Inglaterra. Por trás de frases como: There´s probably no God, now stop worrying and enjoy your life ( provavelmente Deus não existe, Agora pare de se preocupar e aproveite a vida), o grupo de céticos propõe que as crenças religiosas são "infames e infantis" e que trazem mais problemas que benefícios à sociedade.

O Mais ardoroso defensor do ateísmo conteporâneo, Richard Dawkins, conhecido como "o rottweiler de Darwin" autor do Livro: Deus, um delírio, diz que a quantidade de ateus vem crecendo ao redor do mundo e conclama aqueles que ainda não assumiram sua condição de incrédulo, a manisfestar publicamente a sua descrença. O número, no entanto, ainda é pequeno, cerca de 4% da população mundial se considera atéia.

O que torna o assunto ainda mais polêmico é que os novos ateus não condenam apenas a crença em Deus mas também o respeito pela crença em Deus. Acusações de "lunáticos" e desequilibrados" são comuns entre os apóstolos da igreja dos ateus.

A grande questão é como se posicionar diante dessa onda de incredulidade que cresce pelo mundo. Acusações e debates são exatamente o que não se deveria fazer a respeito do tema. A fé é algo pessoal e deve ser compartilhada apenas com quem se permite ouvir. Respeitar a liberdade de escolha é, antes de ser um direito legal, um privilégio divino comunicado ao ser humano.

Provavelmente já existem religiosos se organizando para contra-atacar a campanha dos céticos com camisetas, adesivos e passeatas, como se a fé pudesse ser defendida desta maneira. Qualquer fé que não resiste a insultos e ofensas, não deveria ser considerada fé, mas puro sentimentalismo religioso.

A qualidade da reação ao ataque feroz é o que fará a diferença para manutenção e valorização da crença.

sábado, 29 de novembro de 2008

Dicas (des)Interessantes







sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Relacionamento é um desafio.


Relacionamento é um desafio. Corremos o risco constante de magoar, decepcionar e ameaçamos vez ou outra estragar os nossos relacionamentos. Como todos corremos estes riscos, os outros também nos magoam, decepcionam e ameçam romper conosco. Mario Quintana disse sobre a convivência: "A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!"

É necessário muita sabedoria para lidar com as pessoas. Mas nem o mais sábio dos homens, conseguiu viver sem correr riscos em seus relacionamentos. É doloroso perceber que pessoas que amamos, frágeis como nós, nos decepcionam. Mas ouvi certa vez uma música do Padre Zezinho, que depois de descrever as mágoas causadas por pessoas próximas, falava de alguém maior e melhor que nós, que foi magoado pelos seus amigos mais próximos. Quando ouço isso e me coloco no lugar de Cristo ( o que é impossível) minha dor diminui. Leia e medite:


Pra que eu saiba perdoar
Padre Zezinho

Pra não ferir ninguém, eu vim te procurar...
Alguém me machucou e eu não pude nem chorar...
Escuta meu Senhor, escuta a minha história.


Por mil caminhos e a sorrir, eu procurei compreender,
nenhum irmão eu quis ferir eu só pensei em ajudar.
Mas houve quem não entendeu e destruiu o que eu ergui,
e arrancou o que eu plantei, desafiando minha paz.


De tanto ouvir falar de Ti, eu quis fazer como aprendi.
Eu quis amar sem distinção, de todos eu me fiz irmão.
Mas houve quem não entendeu e disse coisas que eu não fiz.
Eu tenho medo de esquecer de me esquecer que sou feliz.

Eu venho aqui pedir perdão, se por acaso eu mereci,
sofrer tamanha ingratidão, quando eu busquei sempre ajudar.
Mas quem não entendeu fui eu, que se esqueceu quem foi Jesus,
que fez um bem maior que o meu e mesmo assim morreu na cruz

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

SUBSERVIÊNCIA


SUBSERVIÊNCIA s.f. Qualidade do que é subserviente; Bajulação , condescendência, servilismo.

O Brasil deixou uma herança desprezível aos seus filhos, a subserviência que erroneamente às vezes é chamada de humildade. Humildade não é defeito, é ausência de orgulho, esse sim uma característica negativa. Subserviência é compactuar com a humilhação, abrir mão de direitos em detrimento da conveniência do outro, sem nenhuma razão aparente. Provavelmente herdamos essa infeliz característica dos nossos ancestrais escravos e dos nossos “descobridores” portugueses. Os escravos não tinham escolha. Tinham que se submeter às ordens opressoras dos seus senhores sob pena de apanhar até morrer. Os portugueses, que bajulavam os ingleses para se proteger do avanço das tropas de Napoleão, transmitiram o servilismo covarde e corrupto aos seus filhos e filhas, e aqui estamos nós. Um governo que não sabe reagir a insultos e destrato e transfere o ônus à população, que por sua vez ladra, mas não morde.
Assisti certa vez ao ex-ministro da fazenda Pedro Malan dar em uma entrevista ao programa do Jô, relatando que recebia ligações diárias do Ministro da economia da Argentina no auge da crise do país visinho. O apresentador perguntou ao Ministro em que idioma falavam, ele respondeu que falavam em espanhol, e quando o Jô perguntou porquê espanhol e não português já que eles é que precisavam de nós, j´pa que o Brasil é o país mais importante da América do Sul, já que o português é a língua mais falada no continente, ele disse que nunca havia pensado nisso. A subserviência está tão arraigada no brasileiro que somos assim até na hora em que estamos por cima.
A subserviência traz, além das conseqüências morais, resultados econômicos gravíssimos.
Em 2007, o governo boliviano numa atitude de ousadia impressionante, mandou ocupar um refinaria da Petrobras na Bolívia. A reação do governo brasileiro, “foi pagar para sair da Bolívia”. Vendendo as duas refinarias por US$ 112, milhões quando valiam de fato cerca de US$ 200 milhões, comentou David Zylbersztajn, ex-presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Ele tentou elogiar o Brasil, dizendo que a Bolívia também perdeu pois ninguém terá coragem de investir lá, depois do golpe contra a empresa brasileira, isso significa que o Brasil teve que ser a isca do planeta, para demonstrar ao mundo a falta de confiança na Bolívia.
Mais recentemente, o presidente do Equador declarou que não pagaria uma dívida de US$ 243 milhões ao Brasil. Os recursos foram emprestados ao governo daquele país para financiar a construção da Hidrelétrica San Francisco. O presidente Lula reagiu com aborrecimento à atitude do senhor Rafael Correa. Mas independente do desfecho que, sinaliza ser de rompimento diplomático, a ação do governo equatoriano revela o que pensam de nós os países do mundo. Não se agiria assim, se a postura do brasileiro não fosse tão servil, tão condescendente. Pensariam duas vezes antes de dar calote, ou se apropriar de patrimônio brasileiro em território estrangeiro. Quer dizer, tem muito estrangeiro se apropriando de patrimônio brasileiro em território nacional. Aqui debaixo dos nossos narizes. Mas a subserviência nossa de cada dia, nos impede de agir e mudar a nossa reputação diante do mundo, mas principalmente diante do povo brasileiro. Deveríamos mudar de atitude exatamente agora quando o mundo se prepara para conhecer o novo presidente dos Estados Unidos, deveríamos pegar carona na mudança mundial e mudar também. Começar a se impor, iniciar uma campanha de melhoramento na auto-estima do brasileiro, admitir erros, em vez de ficar fingindo ter autonomia, e se engajar num processo de mudança que talvez só seja percebido de fato daqui a dezenas de anos. Mas começar hoje. Quem sabe ir as ruas, pintar as caras como no passado e escrever em cartazes com letras garrafais: Abaixo a Subserviência!

domingo, 23 de novembro de 2008

E quando sou fraco.

Por Bila Cardona


Já faltou forças em você pra realizar coisas simples? Já sentiu que nem se chorar vai ter jeito? Já pensou que ninguém pode fazer por você? Que ninguém pode aliviar o fardo?
Estou pensando agora em como Deus cuida de nós exatamente quando achamos que acabou, que não vamos ter pernas pra levantar. Tive, nesses quase 30 anos (rsrs), algumas sensações desse tipo e me questionei muito se um “filho de Deus” poderia sentir-se assim, mesmo sabendo que seu Pai é o Todo Poderoso e que também é todo amor. Me cobrei em não me sentir fraco.
Bom, quero falar da minha FAMÍLIA. Mesmo eu falando pouco de mim, minha família sabe (às vezes melhor que eu) quais são meus maiores medos. E não tenho do que reclamar da ajuda de cada um deles (pai, mãe, irmãos, sobrinhos, cunhados, avós, tios, primos e amigos). E mesmo que relute em aceitar, me sinto confortável em sentir tanto amor em suas ações.
Então, se tenho tantas coisas boas pra falar de todos que DEUS colocou em minha vida, que devo falar do próprio DEUS? Uma meditação matinal desse ano me fez refletir sobre as nossas fraquezas e o cuidado de Deus. A história que se encontra em I Reis 19, mostra um filho de Deus, cheio de vitórias, mas de repente fraco, pedindo a morte.
A surpresa? Pra mim, o cuidado de Deus e misericórdia mesmo quando nos mostramos fracos. Diz a bíblia: “e eis que então um anjo o tocou, e lhe disse: Levanta-te, come. E olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água; e comeu, e bebeu, e tornou a deitar-se. E o anjo do SENHOR tornou segunda vez, e o tocou, e disse: Levanta-te e come, porque te será muito longo o caminho.” I Reis 19:5-7.
O cuidado de Deus é cheio de tolerância. Quantas vezes me alimenta de seu PÃO e me dá de sua ÁGUA?! Ele sabe de meus desafios e diz que conhece meu difícil e longo caminho. Deus sabe exatamente como nos sentimos em cada dia da nossa existência, não importa quantas vezes precisemos do Pão ou da Água, Ele nos oferece, Ele quer fazer isso e sente prazer em cuidar dos seus filhos.
O fim da história? “Levantou-se, pois, e comeu e bebeu; e com a força daquela comida caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus.” I Reis 19:8
Que Deus nos abençoe e que com a força do “alimento” que nos dá possamos chegar até o monte de Deus!
Por tudo que a gente divide eu AMO MUITO VOCÊS!
Feliz sábado!
Beijos, Bila.
21/11/2008

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Ministério de Louvor



A partir de hoje vou começar a escrever a respeito do nosso trabalho com o Ministério de Louvor na igreja. Temos experimentado um novo momento em nossas vidas com a organização do louvor. Meu desejo é que você também descubra o prazer de louvar. Apresentarei o texto em forma de tópicos. Hoje falarei sobre os elementos essenciais para a organização do nosso Ministério de Louvor.

Inconformismo - "Não vos conformeis com este século" Rom 12:1


O desejo de organizar o louvor na igreja surgiu da percepção de que algo estava errado. Esta sensação provavelmente foi proveniente do não cumprimento de orientações divinas. A maioria das pessoas talvez não perceba que o louvor é uma ordem bíblica. O livro de Salmos está repleto de mandamentos a respeito do Louvor. Mandamentos sim. As ordens de Deus não se resumem ao decálogo. Elas estão espalhadas por toda bíblia. “Louvai ao Senhor. Louvai, servos do Senhor, louvai o nome do Senhor.” Sl. 113:1 Isto não parece com um conselho, nem muito menos com um convite. Isto é uma ordem, um mandamento sagrado. Quando não obedecemos a Deus nos sentimos incomodados. Este incômodo provocado pelo Espírito Santo, nos fez agir em relação a nosso comportamento litúrgico. Não se conformar com o que fazemos para Deus talvez seja o primeiro passo para uma mudança na postura da adoração. Não ache que convidar os membros da sua igreja a abrir os hinários e cantar de improviso enquanto o sermão começa é suficiente. Longe disso, o louvor requer organização técnica e espiritual. Não se conforme com o formalismo religioso, está na hora de encontrar a Deus através do louvor.

Espiritualidade – “e tudo o que não provém da fé é pecado.” ROM. 14:23


Nas minhas discussões sobre música na igreja ao longo da minha vida, o formato sempre foi apresentado como sendo o impedimento para o envolvimento efetivo da igreja na adoração através da música. Caminhamos no sentido oposto. O formato é importante, mas o essencial é a espiritualidade. E com foi dito por Paulo, se não for assim cometemos pecado. Não obteremos o resultado espiritual se não nos prepararmos espiritualmente para a adoração. Nosso Ministério tem procurado estimular as orações pessoais pelo trabalho e temos buscado nos reunir para momentos com Deus. Fazemos vigílias, paramos em alguns ensaios para meditar na Palavra e antes das apresentações nos retiramos em um cantinho para nos colocar nas mãos do Maestro das nossas vidas. Sem Deus os cantores e os instrumentos são apenas cantores e instrumentos, com Deus, somos ministros de Louvor.

Compromisso – “agora, pois, levai a termo a obra, para que, assim como houve a prontidão no querer, haja também o cumprir segundo o que tendes.” IICor. 8:11

Não é fácil se reunir todas as semanas com um grupo de 14 pessoas para ensaiar, e escolher repertório, e exigir freqüência e pontualidade etc. , etc e etc. Mas todos sabem do compromisso que assumiram e com Quem assumiram. O compromisso é essencial para o bom andamento do Ministério de Louvor. Graças a Deus porque temos um grupo consciente da sua responsabilidade e os resultados são sempre inspiradores. As pessoas envolvidas no Ministério não devem apenas gostar de cantar ou tocar. É necessário compromisso. É casamento. Um casamento com o noivo, cantamos para ele.
“Ouvi uma voz do céu como o som de muitas águas, como voz de grande trovão; também a voz que ouvi era como de harpistas quando tangem suas harpas. E cantavam um cântico novo diante do trono...” Apoc. 14: 2-3



quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Dissecando a inveja







Você já deve ter estudado, trabalhado ou ter tido alguém na família que demonstrou ter inveja de você. A sensação é desagradável. As informações a seguir revelam características do invejoso, mas sobretudo, abre os nossos olhos para o nosso comportamento.




in.ve.ja feminino,sentimento de desejar possuir aquilo que outro tem. Outros nomes: cobiça, olho gordo, seca-pimenteira.




Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. Ex. 20:17




O que as pessoas invejam.




Além da mulher do próximo e do esposo da próxima, uma pesquisa do ibope revela que os bens materiais praticamente empatam com atributos como honestidade, coragem e integridade.” http://revistaouse.uol.com.br/Edicoes/3/artigo2680-2.asp




Tais são as veredas de todo aquele que se entrega à cobiça; ela tira a vida dos que a possuem.Prov. 1:19

“visto que invejar alguém é admitir que ele (o outro) é superior, o orgulho não tolerará nenhuma concessão.” Te. Sel. II p. 19


"A inveja fala para fora com a voz do orgulho e para dentro com a do desprezo".
jornalista e escritor, Olavo de Carvalho,

O invejoso não se convence facilmente.

Se for feita uma tentativa de convencer de seu pecado a pessoa invejosa, ela se torna ainda mais amarga contra o objeto de sua paixão, e muitas vezes permanece incurável.

O invejoso não agüenta ter uma outra pessoa invadindo seu território que deixou de ocupar, por pura incapacidade ou inércia. Nesse caso o caminho mais curto e menos dolorido é arranjar um culpado. É aí que entra em ação a culpa de braços dados com a inveja. Ou seja, o culpado é sempre o outro nunca ele mesmo

Citações:

“entre algumas espécies de animais, se um deles é ferido e cai, é imediatamente atacado e rasgado em pedaços por seus companheiros. No mesmo espírito cruel condescendem homens e mulheres que tomam o nome de cristãos. Manifestam um zelo farisaico em apedrejar outros menos culpados que eles.” Tes. Sel. II p. 21


Características da inveja:



1.A inveja normalmente é sentida entre iguais
2.O invejoso é altamente crítico
3.O invejoso é orgulhoso
4.O invejoso é destrutivo

Como reagir à inveja.


Não dê ouvidos a boatos (Não devemos ter pressa em acreditar em relatórios maus)

Na maioria das vezes a entonação revela a intenção. (já sabe da novidade!!??.)

Não alimente comentários maliciosos.

Combata a inveja que está em você. (Critiquemo-nos a nós mesmos e não aos outros)

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Obama, razão e emoção.




É comum ouvir sugestões sobre que sentimento deveria ser usado na hora da tomada de decisões. Os racionais, entendem que a razão deve ser o alicerce para uma escolha equilibrada. Já os que têm a emoção a flor da pele, discordam argumentando que algumas importantes decisões, não abrem espaço para razão, mas o coração deverá ser consultado para a escolha correta.
Todos concordam no entanto, pelo menos no discurso, que devemos ser equilibrados e decidir baseados no balanceamento da razão e da emoção. Mas na prática geralmente não conseguimos agir assim. Se um desconhecido nos pede algo que exige de nós muito esforço racionalizamos e rejeitamos o pedido sem nenhum sentimento de culpa. Mas basta um dos nossos filhos com lágrimas nos olhos nos fazer um pedido de algo difícil que a emoção toma conta de nós e começamos a fazer planos para atender a criança exigente.
Com a política não é diferente. Nos envolvemos com o clima de campanha, somos convencidos pelos guias eleitorais maquiados por publicitários, vamos na onda da multidão e geralmente escolhemos os políticos pelas razões erradas. Somos muito racionais com os adversários dos nossos candidatos e usamos muito a emoção com aqueles que iremos escolher como nossos representantes.
A corrida presidencial nos Estados Unidos foi uma prova disso. Não que já podemos exigir algo do presidente eleito Barack Obama, mas durante a campanha percebia-se quase um culto ao candidato que parecia materializar a esperança de um mundo em crise.
Depois da vitoria, das comemorações, dos festejos surgiram as dúvidas, Questionamentos que deveriam ter aparecido durante a corrida presidencial, surgem atrasados trazendo um sentimento de arrependimento por tanta euforia.
Os religiosos quase messianizaram o jovem candidato especialmente os evangélicos, viram na eleição de Barack, uma vitória do bem sobre o mal. “Durante a campanha era muito comum correligionários usarem palavras como "chamado", "escolhido" e "abençoado" para descrever o político.” Afirma o jornalista Michelson Borges em seu site http://www.criacionismo.com.br/. No entanto, o presidente eleito, que freqüenta uma igreja evangélica desde 1985, demonstra ter um comportamento no mínimo ecumênico frustrando as expectativas dos fãs religiosos. Os jornais americanos noticiaram atitudes supersticiosas do candidato. Ele conduzia durante a eleição uma pequena imagem da Virgem Maria com o menino Jesus, uma águia – que é símbolo dos Estados Unidos – e também uma imagem do Deus-Macaco, uma entidade hindu que representa coragem, esperança, sabedoria e devoção . Já em discurso em uma igreja cristã, Obama disse que “para alguns evangélicos a Bíblia é inerrante” e propõe que isso não é compatível com a realidade.
É possível que alguns já tenham até se arrependido por terem apoiado o Sr. Obama, exatamente porque o sentimento durante o processo foi de pura emoção, ou alguns crêem firmemente que ele será o “salvador da pátria” em crise, baseados na história, contexto político, capacidade de organização administrativa, enfim uma decisão racional.
Mas como cristãos que crêem em um Deus interessado em todos os aspectos da nossa vida, precisamos acrescentar um terceiro item a nosso já não tão fidedigno estoque de emoção e razão: O Espírito Santo.
“E os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele.” Isa 30:21
O cientista Marcelo Gleiser adaptou uma frase de Einstein sobre religião e ciência:
“a razão sem emoção é capenga e a emoção sem razão é cega” Então é possível dizer que a razão e a emoção sem o Espírito são órfãs. Ainda que o mais equilibrado dos homens consiga dosar emoção e razão nos momentos em que se deve tomar decisões, não consultar o Consolador em situações de dúvida é no mínimo contradição religiosa. Temos a nossa disposição um Deus que habita em nós, nos guiado os passos, nos falando a mente, nos convencendo de erros e nos firmando os pés nos caminho correto. Rejeitar o Espírito além de estupidez é perigoso.
Que o Espírito Santo guie Obama, que suas dúvidas em alguns textos sagrados não o impeçam de buscar certezas em Deus e que antes de chorar de emoção ou franzir a testa racionalizando busquemos ouvir a voz do Senhor.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Meu filho

Nunca tive muita habilidade com crianças. Não sei a razão. Meu irmão sempre se relacionou muito bem com elas. Brincava, fazia mágicas e elas o amavam. Mas acho que elas queriam distância de mim. E eu nunca fiz questão de me aproximar muito delas.

Mas aí, Pedro nasceu! E eu que sempre desconfiava das declarações dos meus amigos que diziam ter mudado ao se tornarem pais, experimentei o milagre da transformação em minha própria vida. Meu filho mudou meu jeito de olhar outras crianças. Até aqueles feinhos eu passei a olhá-los de maneira diferente. Sempre olho pra eles imaginando o que os pais deles sentem.

Sou apaixonado pelo meu garoto. Ele só tem 4 anos, mas já estou sentindo falta de quando ele tinha 3, e por mim os 5 não chegariam nunca.

Gosto de vê-lo descançar a mão sobre minha perna, amo lutar com ele cima da cama, fico feliz ao levá-lo comigo para onde eu for e apresentá-lo como meu filho.

Presentão de Deus.



P.S. Pedro, quando você crescer mais um pouco, aprender a ler e estiver acessando a internet, saiba que eu escrevi isso aqui para o mundo todo para dizer dizer para todo mundo que eu amo muito você.



Aí vão as minhas preferidas.

domingo, 2 de setembro de 2007

Gravidez na adolescência

O vídeo na idade dos brinquedos foi elaborado para ser exibido num encontro de adolescentes na cidade de Petrolina PE no ano de 2006. Publicado no youtube em julho de 2007, o vídeo teve em algumas semanas mais de 600 acessos. O interesse pelo assunto revela a seriedade do problema. Combater as causas, tem se revelado muito mais eficaz que sugerir paliativos ineficazes. O tema precisa ser tratado com uma abordagem moral e não apenas com sugestões simplistas.
Assista e comente.

http://www.youtube.com/watch?v=XnKFKBmhmCo

terça-feira, 28 de agosto de 2007

INSTANTES



Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser perfeito; relaxaria mais. Seria mais tolo do que tenho sido; na verdade, bem poucas coisas levaria a sério. Seria menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios. Iria a lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvetes e menos lentilhas, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários. Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto de sua vida; claro que tive momentos de alegria. Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos. Porque, se não sabes, disso é feita a vida, só de momentos, não percas o agora. Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas; se eu voltasse a viver, viajaria mais leve. Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera, e continuaria assim até o fim do outono. Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vida pela frente. Mas vejam, tenho 85 anos e sei que estou morrendo...

JORGE LUIZ BORGES , 1986, SUÍÇA.

domingo, 12 de agosto de 2007

A música faz cada coisa...


Os Cds com simulação de recreação são coleções de doses bineurais no padrão áudio.
Cada trilha de áudio contém nossas avançadas batidas que podem sincronizar suas ondas cerebrais ao mesmo estado de doses recreativas. Aliadas a simulação de avançados pulsos de auditórios o cérebro será induzido ao estado de animação, euforia. Sedação ou alucinação.


http://www.i-doser.com/